Conecte-se conosco

ECONOMIA

Pedágios devem ter redução de valor

Praças de pedágio terão valor reduzido (Foto: Reprodução/Internet)

As praças de pedágio da SP-225, que liga Jaú a Bauru, devem sofrer reduções nos valores cobrados pela concessionária. Isso se deve ao fato do Governo do Estado ter realizado uma nova concessão da rodovia, que deixará de ser operada pela Centrovias.

A redução no valor cobrado nas praças de pedágio foi uma promessa de campanha do governador João Doria (PSDB). Com a rodovia sob operação do Consórcio Infraestrutura Brasil os valores do pedágio na praça entre Jaú e Bauru, no km 199, de acordo com estimativa do Artesp, deve cair de R$ 11,40 para R$ 9,98. Já a praça de Dois Córregos, no km 144, deve passar de R$ 8,80 para R$ 7,76. Não se sabe ao certo ainda quando esses novos valores entrarão em vigor.

Por outro lado a concessão do lote Piracicaba-Panorama, prevê a instalação de novas praças de pedágio na região. Uma delas é no km 256 da SP-304, entre Dois Córregos e Torrinha, que deve ter o preço de R$ 5,21. Segundo a Artesp, não há previsão de quando essa praça de pedágio entrará em funcionamento. Ainda de acordo com o órgão, será realizada duplicação da SP-304, entre Torrinha e Jaú (do km 240 ao km 294). A SP-261, entre Bariri e Pederneiras também deve ter faixas adicionais ao longo de trechos do percurso.

ECONOMIA

Desemprego na pandemia continua subindo e chega a 13,7%

Foto: Arquivo Agência Brasil

Dados são da Pnad Covid-19, divulgada hoje pelo IBGE

 

Nos últimos quatro meses, em que o país passa pela pandemia de covid-19, cerca de 3 milhões de pessoas ficaram sem trabalho. Na quarta semana de julho, a taxa de desocupação chegou a 13,7%, o que corresponde a 12,9 milhões de pessoas. Os dados são da edição semanal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid-19, divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando a pesquisa teve início, na primeira semana de maio, eram 9,8 milhões de pessoas desocupadas. Na comparação com a terceira semana de julho, houve aumento de 550 mil pessoas entre os desocupados. A população ocupada do país foi estimada em 81,2 milhões, estável em relação à semana anterior e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio, quando 83,9 milhões de pessoas entravam nessa categoria.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, os demais dados relacionados a trabalho ficaram estáveis na comparação com a semana anterior, apesar da variação em relação a maio.

“Comparando com o início da pesquisa, o saldo da investigação é que a população ocupada está menor em 2,9 milhões de pessoas. A população desocupada está maior, pouco mais de 3 milhões. E a taxa de desocupação também está maior em 3,2 pontos percentuais. Isso num contexto em que a população informal vem caindo também”.

Após queda na semana anterior, o número de pessoas que estavam temporariamente afastadas do trabalho por causa do distanciamento social voltou a crescer e somou 5,8 milhões, o que representa 7,1% da população ocupada. No início de maio eram 16,6 milhões de pessoas afastadas do trabalho, o que representava 19,8%. O trabalho remoto está sendo exercido por 8,3 milhões de profissionais (11,5%), apenas 300 mil a menos do que no início da pesquisa.

O grupo de pessoas que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por causa da pandemia ou por falta de trabalho perto de casa, somou 18,5 milhões. A informalidade atinge 27,2 milhões de pessoas, 2,7 milhões a menos do que no início de maio. A taxa está em 33,5%, 1 ponto percentual acima do registrado na terceira semana de julho.

Maria Lúcia explica que entre os informais estão os empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira assinada; empregadores e trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados que ajudam morador do domicílio ou parente.

“Vimos na divulgação da semana passada que essa população tinha caído. É uma força de trabalho que oscila bastante nessas comparações curtas. As pessoas entram e saem da força de trabalho com muita facilidade. Com mais facilidade que a população ocupada, que é formalizada”.

A população fora da força de trabalho era de 76 milhões de pessoas, estável em relação à semana anterior e ao início da pesquisa. Desses, 36,9% disseram que gostariam de trabalhar.

Saúde

Em relação aos sintomas de covid-19, a pesquisa mostra que dos 13,3 milhões de pessoas que se queixaram de síndrome gripal, 3,3 milhões buscaram atendimento médico na semana de referência, sendo que 14,5% ficaram internadas, num total de 159 mil. No início de maio, 26,8 milhões relataram algum sintoma.

A queixa mais comum foi a dor de cabeça (6 milhões de pessoas), seguida por nariz entupido ou escorrendo (5,2 milhões), tosse (4,7 milhões), dor muscular (3,4 milhões), dor de garganta (3,8 milhões), fadiga (2,3 milhões), perda de olfato e paladar (1,8 milhão), dificuldade de respirar (1,7 milhão) e dor nos olhos (1,4 milhão).

Entre os 3,3 milhões de pessoas que buscaram atendimento, 42,2% foram a postos de saúde públicos, 20,2% a prontos-socorros e 19,9% a hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). Atendimento ambulatorial na rede privada ou militar foi procurado por 7,3%, enquanto 3,7% buscaram prontos-socorros privados e 13,7% para hospitais privados.

Na quarta semana de julho, 75,7% dos participantes da pesquisa não procuraram estabelecimento de saúde, mas 58,9% tomaram remédio por conta própria. Outros 10,8% se medicaram com orientação médica, 3,2% ligaram para algum profissional de saúde e 3,1% receberam visita de profissional de saúde do SUS. (AGÊNCIA BRASIL)

Continue lendo

ECONOMIA

Caixa credita auxílio emergencial para 4 milhões de nascidos em agosto

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O benefício foi criado para reduzir os efeitos da covid-19

 

A Caixa credita hoje (14) o auxílio emergencial para 4,096 milhões de beneficiários. São 4 milhões de pessoas nascidas em agosto que já tinham a programação de receber nesta data. Os demais, 96 mil, são os beneficiários nascidos em agosto que tiveram o pedido liberado no início deste mês. Eles tiveram o cadastro reavaliado pelo governo.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19.

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo programa é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

Ciclo 1

O crédito para os beneficiários nascidos em agosto faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 1º de setembro para os beneficiários que receberam o crédito na poupança social hoje.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.

Bolsa Família

Na próxima terça-feira (18), tem início o saque do auxílio emergencial para público beneficiário do Bolsa Família com NIS final 1. O pagamento para esse público é feito conforme o calendário usual do programa Bolsa Família. Os primeiros a receber são os beneficiários com NIS final 1. Na quarta-feira, será a vez daqueles com NIS final 2 e assim por diante, com exceção do final de semana quando não há pagamentos, até o dia 31 de agosto, quando será liberado pagamento para os beneficiários com NIS final 0. Serão 1,9 milhão de beneficiários por dia. (AGÊNCIA BRASIL)

Continue lendo

ECONOMIA

Bancos passam a operar em novo horário

Bancos ficarão abertos até às 16h (Foto: Reprodução/Internet)

As unidades bancárias de Jaú passam a ter novo horário de funcionamento a partir dessa segunda (03).

As agências continuarão abrindo às 10h, mas encerrarão o expediente às 16h e não mais às 15h.

O pedido de alteração no horário de funcionamento dos bancos partiu da Associação Comercial e Industrial de Jaú e do vereador presidente da Câmara, José Carlos Borgo (PDT).

No início de dezembro a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), em esposta ao requerimento enviado por Borgo, informou que em “análise feita pelos bancos que possuem agências em Jaú, foi entendimento que a partir de 3 de fevereiro as agências bancárias passarão a ter o horário de atendimento estendido até às 16h”. O documento foi assinado pelo diretor de Políticas de Negócios e Operações da entidade, Leandro Vilain João, e pelo diretor-adjunto de Operações, Walter Tadeu Pinto de Faria.

Continue lendo

Mais lidas

Folha Um - Todos os direitos reservados.