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REGIÃO

Dengue: 22 casos já estão confirmados em Jaú

Foto: Divulgação

A Secretaria de Saúde de Jaú confirmou, por meio da Vigilância Epidemiológica, a existência de 22 casos de dengue na cidade até o dia 4. Desses, ao menos 14 são autóctones, ou seja, de contaminação no município.

Desde o início de janeiro, a Prefeitura tem informado a população sobre os riscos de contaminação e pedido a colaboração dos moradores. “Precisamos ficar atentos aos criadouros do mosquito. Estamos encontrando vários focos nas residências, especialmente em vasos. Solicitamos a colaboração e a conscientização dos jauenses para fiscalizar todos os locais das casas para não deixar água parada”, disse a secretária de Saúde Márcia Nassif.

A mobilização por parte da Prefeitura para evitar uma epidemia como a registrada em 2014, quando estima-se que 10 mil pessoas tenham sido contaminadas, tem sido grande. Desde o final de janeiro, a Administração Municipal tem realizado arrastões de limpeza nos bairros. Segundo Nassif, o objetivo dos arrastões é orientar os moradores a eliminarem do interior dos quintais objetos potenciais criadouros para as larvas do mosquito, como pneus, latas, garrafas pet e outras embalagens inservíveis.

Segundo Leila Garcia Rossi, responsável pela Vigilância Epidemiológica na cidade, a quantidade de focos que os agentes de combate a endemias tem encontrado nas residências é preocupante. “Nossos agentes têm encontrado muitos focos do mosquito, principalmente em pratos de plantas. Nesse período de chuvas é necessário que as ações de eliminação dos criadouros sejam intensificadas. Combater a dengue é um dever de todos”, afirma.

Nassif reforça que é preciso colaboração dos moradores para que os mosquitos não consigam se reproduzir. A secretária destaca, ainda, que o risco de contaminação é elevado nessa época do ano. “Colaborem conosco e com os agentes. Com a chegada do carnaval, há um aumento do número de transmissões da dengue, pois o grande número de turistas nos carnavais de rua pode ser um ‘coquetel explosivo’ para que a doença se espalhe em nossa cidade. O perigo é para todos. O combate também é de todos. Se o mosquito Aedes Aegypti pode matar, ele não deve nascer”, declarou.

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NACIONAL

Covid-19: Brasil registra 106.523 mortes e 3,27 milhões de casos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nas últimas 24 horas, foram notificados 1.060 novos óbitos pela doença

 

O Brasil chegou a 106.523 mortes pela covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta sexta-feira (14). Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.060 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. Ontem (13), o sistema da pasta marcava 105.463 falecimentos em decorrência da pandemia.

A soma de casos acumulados foi de 3.275.520. Entre ontem e hoje, foram notificadas 50.644 novas infecções. Nesta quinta-feira, o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 3.224.876 pessoas com a covid-19.

Pela atualização diária da pasta, a letalidade (mortes entre o total de infectados) da doença foi de 3,3%. Já a mortalidade (falecimentos em relação à população) ficou em 50,7 e a incidência (casos de covid-19 em proporção à população) atingiu 1558,7.

Os dados indicam também que 784.695 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 2.384.302 já se recuperaram.

Na distribuição geográfica do número de mortes, o ranking de regiões é liderado pelo Sudeste (47.912), seguido por Nordeste (31.896), Norte (12.933), Centro-0este (7.097) e Sul (6.985).

Já os estados com mais óbitos incluem São Paulo (26.613), Rio de Janeiro (14.507), Ceará (8.123) Pernambuco (7.111) e Pará (5.924). (AGÊNCIA BRASIL)

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NACIONAL

São Paulo tem 26,6 mil mortes pela covid-19; casos caem na capital

Foto: Mauricio Vieira/Secom-SC

Ocupação das UTIs municipais está atualmente em menos de 50%

 

O estado de São Paulo registra 26.613 mortes pelo novo coronavírus. Segundo o vice-governador Rodrigo Garcia, o crescimento da doença continua controlado, com a manutenção do número de mortes em um mesmo patamar, o chamado “platô”, e, na capital paulista, há indícios que a pandemia está em declínio.

“Pela primeira vez, desde o início da pandemia, todas as regiões do estado têm uma ocupação dos leitos em unidades de terapia intensiva (UTI) abaixo de 80%”, disse hoje (14) durante a apresentação das estatísticas.

A média do estado é de ocupação de 57,8% nos leitos de UTIs. Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas, disse que foi observada uma queda no número de internações diárias de 48 pedidos em maio, para 29 pedidos por dia em agosto. A ocupação das UTIs municipais está atualmente em menos de 50%. “Já são 80 dias de queda do número de mortes na cidade de São Paulo”.

Queda na capital

De acordo com o prefeito, a capital paulista enfrentou o pico da pandemia no início de junho, quando chegou a registrar 129 mortes por dia. “A cidade de São Paulo evitou o crescimento exponencial, conseguimos achatar, entramos em um platô e, agora, tendência de queda”, disse Covas. Cerca de 39% das mortes no estado pela doença acontecerão na capital paulista.

O secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, disse que a pandemia no estado tem evoluído dentro das previsões e que em breve será possível dizer que realmente há um recuo no número de casos e mortes. “Ainda é cedo para a gente se antecipar. As próximas semanas nos trarão essa informação”, ressaltou.

O estado tem atualmente 686.122 casos confirmados da covid-19. Segundo Gorinchteyn,os números também são resultado da política de testagem ampla que foi adotada no estado. Em julho, foram submetidas a exames para identificar o vírus uma média de 40 mil pessoas por dia.

Ajuste nos números

Ontem (13), o governo estadual fez um ajuste nos números de mortes pelo novo coronavírus a partir de uma nova diretriz do Ministério da Saúde que permite a confirmação dos casos a partir de critérios clínicos. O coordenador executivo do Centro de Contingência Contra a Covid-19, João Gabbardo, explicou que pacientes com síndrome respiratória aguda grave podem ser considerados como casos de coronavírus caso apresentem sintomas específicos da doença ou tenham tido contato próximo com outro caso confirmado por exames.

Com a mudança, passaram a fazer parte da contabilidade de mortes pelo novo coronavírus 234 casos que se enquadram nessas especificações no estado.

Saúde do governador

O governador João Doria fez uma breve intervenção na entrevista coletiva por videoconferência para dar notícias a respeito do seu estado de saúde. Na quarta-feira (12), o governador foi diagnosticado positivo para o novo coronavírus. No entanto, ele não manifestou sintomas e segue trabalhando de casa. “Todas as reuniões virtuais que estavam programadas estão mantidas”, ressaltou Doria. (AGÊNCIA BRASIL)

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NACIONAL

Delegacias de Defesa da Mullher passam a atender transexuais em SP

Foto: Marcos Santos/USP

Será levada em conta a identidade de gênero e não só o sexo biológico

 

As Delegacias de Polícia de Defesa da Mulher (DDMs) do estado de São Paulo passaram a atender as vítimas de violência doméstica, familiar ou crimes contra a dignidade sexual levando em conta a identidade de gênero e não só o sexo biológico.

De acordo com alteração do decreto de nº 29.981, de 1° de junho de 1989, a partir desta quinta-feira (13), as delegacias devem registrar crimes praticados contra pessoas com identidade de gênero feminino e contra crianças e adolescentes.

A modificação, no entanto, não significa que transexuais antes eram impedidas de serem atendidas nas unidades. Segundo a coordenadora das delegacias em São Paulo, Jamila Ferrari, a mudança traz mais segurança e garantia a este público no momento de registrar o boletim de ocorrência.

“A intenção foi deixar claro que nós, como Instituição, não atendemos essas vítimas conforme o sexo biológico, mas, sim, pela maneira como elas se enxergam. É desta forma que trabalham as DDMs”, destacou.

Outra alteração em relação às competências das delegacias de defesa das mulheres é o fato de que a partir de agora, as unidades as passam a atender e investigar apenas “infrações penais relativas à violência doméstica ou familiar e infrações contra a dignidade sexual “.

Antes disto, casos como briga entre vizinhas eram levadas à delegacia por ter mulheres envolvidas. Agora essas ocorrências passam a ser tratadas como desentendimento comum em qualquer delegacia.

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