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POLÍCIA

Confusão envolvendo prefeita termina na delegacia

A prefeita de Vera Cruz, Renata Devito (PSDB), se viu envolvida em uma confusão com um policial civil na última sexta (14), em São Roque.

A prefeita, que voltava de viagem a São Paulo dirigindo um veículo oficial da Prefeitura de Vera Cruz, foi abordada pelo policial à paisana em um centro de compras às margens da rodovia Castello Branco (SP-280). O policial achou que a prefeita estava usando o carro oficial a passeio.

Em nota, a prefeita informou que havia parado no local com sua equipe para almoçar. Ela diz ainda que foi ameaçada com arma de fogo e que o subprocurador de Vera Cruz, que a acompanhava, foi agredido.

A Polícia Rodoviária foi acionada e o policial civil envolvido na história foi detido por lesão corporal e dano ao patrimônio, uma vez que o mesmo danificou o veículo que transportava a prefeita. A Secretaria de Segurança Pública do Estado informou que o policial pagou fiança e foi liberado.

O caso segue sendo apurado pela Corregedoria da Polícia Civil.

JAÚ

Corpo de secretário será cremado em Bauru

Corpo de Duda Abussamra será cremado em Bauru / Foto: Reprodução Facebook

O corpo do secretário do Meio-Ambiente da Prefeitura de Jaú, Elísio Eduardo Henriques Abussamra, o Duda, será cremado nesta 6ª feira (14), em Bauru. O velório seguiu até a manhã de hoje  no Serviço de Luto Paulista, Av. Frederico Ozanan, e dalí seguiu para o Crematório Jardim dos Lírios em Bauru. No local, segundo informação do serviço, o corpo aguarda 48 h e só depois é cremado; a cerimônia de despedida dos familiares foi feita em Jaú e não haverá cerimônia no crematório.

Duda tinha 53 anos e estava internado na Santa Casa de Jaú desde 26 de julho, quando sofreu acidente de moto na Rua Edgard Ferraz, Jd. Maria Luiza, ocasião em que colidiu com um poste. Gravemente ferido, passou por cirurgias, mas não resistiu e teve morte encefálica confirmada na 5ª feira (13). Duda era casado com Bernadete Tinoco da Silva Abussamra. (Com informações do HoraH)

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POLÍCIA

Caso Mariana: Justiça encaminha processo para julgamento

Mariana Bazza tinha 19 anos e foi morta após deixar academia em Bariri, em setembro do ano passado (FOTO: Facebook/Reprodução))

Mariana Bazza tinha 19 anos quando foi estuprada e morta em Bariri, em setembro do ano passado

A Justiça concluiu a produção de provas do chamado Caso Mariana nesta 3ª feira (11), com a realização da última teleaudiência com Rodrigo Pereira Alves, 38 anos, e a oitiva de mais uma testemunha. Ele foi denunciado e preso por estupro, latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação do cadáver da universitária Mariana Bazza, 19 anos, em setembro do ano passado em Bariri, região de Jaú. O juiz Guilherme Tarcia e Fazzio presidiu a teleaudiência.

Agora, Ministério Público (MP) e a defesa de Rodrigo vão apresentar alegações finais, ficando o processo concluso para julgamento. O caso corre sob segredo de Justiça. Mariana foi atraída por Rodrigo na manhã de 24/9, ao deixar academia de ginástica em Bariri. Ele havia murchado um dos pneus do carro dela e se ofereceu para fazer a troca em uma chácara murada em frente a academia, onde estava trabalhando. Depois disso a estudante desapareceu. Câmeras registraram quando Rodrigo saiu com o carro de Mariana e foi a um posto calibrar os pneus e abastecer; o corpo dela estava na mala do veículo e foi deixado em canavial na cidade vizinha de Ibitinga.

Após seguir as pistas do crime, a polícia prendeu Rodrigo em Itápolis, ao lado de Ibitinga, depois de ter abandonado o carro de Mariana e tentar fugir a pé. Levado à delegacia de Bariri, ele confessou o crime e indicou o local onde havia deixado o corpo da estudante. O caso ganhou grande comoção na cidade e em uma das audiências no Fórum, foi necessário reforçar a segurança para evitar que Rodrigo fosse linchado. Quando cometeu o crime, ele havia deixado a prisão há 30 dias, depois de cumprir pena de 16 anos por roubo, sequestro, extorsão e latrocínio tentado.

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POLÍCIA

Polícia Civil esclarece morte do taxista Antônio Moura

Taxista Antônio Moura foi morto no último dia 21 (Foto: Reprodução/Internet)

A Polícia Civil prendeu hoje o casal suspeito do latrocínio do taxista de Bocaina Antônio Moura. Equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) cumpriram mandados de prisão temporária contra T.V.D.P de 31 anos, e de G.D.S.A de 29 anos, companheira do primeiro suspeito. O veículo Hyundai HB20 de cor preta, que pertencia ao taxista, foi apreendido com o casal. Participaram da operação policiais de Bocaina e de Mococa, cidade onde o veículo foi encontrado.
De acordo com a Polícia, o casal orquestrou o crime com a intenção de roubar o veículo da vítima, uma vez que contrataram uma viagem da cidade de Bocaina a Bariri, na noite do dia 21 de janeiro, mas não conseguiu executar o plano durante o percurso. Quando voltaram para Bocaina, num local afastado, a mulher estrangulou o taxista utilizando uma corda enquanto o homem o segurava.
A dupla jogou o corpo da vítima no rio Jacaré Pepira, onde um cadáver em avançado estado de decomposição foi encontrado apenas no dia 03 de fevereiro. Familiares reconheceram o corpo de Antônio pelas características visuais, mas o resultado do exame de DNA ainda não está pronto.
O casal foi conduzido até a Delegacia de Investigações Gerais de Jaú para oitivas e demais diligências. O veículo da vítima também foi conduzido até a CPJ para os necessários exames periciais, sendo que as placas do mesmo se encontravam no porta-malas, onde foram deixadas pelo próprio casal

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