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PAULO CELSO VALENTIM

Assim caminha a humanidade!

Você está contente com a Administração pública praticada em nossa cidade?

Acredito que a maioria dos amigos leitores responderão que NÃO estão contentes. Além do enorme descontentamento, existe, ainda, um sentimento de traição ao seu voto entregue, e que, se pudéssemos voltar ao tempo, jamais ocorreríamos no mesmo erro.

Mas o que nos leva a estar tão insatisfeitos? Podemos sugerir diversas situações que nos incomodam pela inércia desta Administração Pública, assim como: Segurança Pública, como já escrevi em outra oportunidade para este jornal, você acredita nesse último pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplica) em que Jaú aparece entre as 20 cidades menos violentas do País? Ou será somente as estatísticas apresentadas? Outra questão: os tapa-buracos, em que bairro estão sendo executados? Começa em um bairro e mesmo sem terminar a obra neste bairro, vai para o início em outro bairro… Quantos quilômetros são desta vez, 200 (duzentos)? Não são confusas as informações que nos chegam? E as informações que nem chegam? Saúde, tudo perfeito? Cirurgias eletivas, todas aprovadas, foram efetuadas? E assim caminha a humanidade!

Tenho a impressão de que estamos caminhando para um mundo onde não teremos mais nossos direitos de saúde, segurança, educação, entre outros, que nossa Constituição Federal nos assegura. Já ouviram um certo provérbio que nos diz: “Quem pode manda, quem tem juízo obedece”. Trazendo o provérbio para o nosso texto, tenho a nítida impressão que, mesmo com todo o descontentamento em que vivemos com nossa administração, não adianta botar a boca no trombone, as nossas reclamações não surtem efeitos, não têm mais valores, não causam e nem oferecem mudanças ao que
está sendo praticado. Nota-se que as Administrações, agora elevando os níveis para além da municipal, ou seja, estadual e federal, são todas com medidas e leis totalmente impositivas, sem muito questionamento e direito à defesa.

Aos poucos, sem que nós percebamos, nossos direitos como cidadãos estão sendo totalmente cerceados, seja nas votações do Legislativo que ocorrem na calada das noites, seja nas reformas da previdência e trabalhista, entre outras.

Enfim, deveríamos começar as mudanças que realmente queremos pelos menores cargos públicos, não aceitarmos nenhum tipo de propina, não sermos condizentes e muito menos coniventes com os absurdos que estão a nossa vista a todo momento. Deveríamos sair à rua para nos manifestar, mas não com interesses próprios e sim na coletividade, e sempre em que ocorrer estas alterações indesejadas e impostas por estas novas leis.

A refletir, talvez esteja pensando errado, mas tão logo seremos: De um lado, os Empresários ricos e Políticos e do outro lado, os OUTROS (simples mortais).

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Paulo Celso Valentim é empresário, bacharel em Direito e Administrador de Empresas

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